quarta-feira, 31 de dezembro de 2008

Tudo o que tenho a dizer

Sua passividade, seu comodismo, seu “deixa como está”... não dá! Não consigo aguentar, não sou assim, gosto da vida, gosto de viver, faço as coisas em casa pra poder ficar livre das obrigações e poder ter tempo ainda pra aproveitar a vida, brincando, passeando, me divertindo (e sinceramente queria que fosse ao seu lado), não viver no “deixa pra lá essas coisas chatas” (as obrigações), pq precisamos de higiene e saúde... se não é eu correr atras de segurar as pontas, vc não move uma palha... as coisas só funcionam pra vc qd insistimos muito... caso contrário... esquece!
3 semanas pra vc arrumar a moto, 2 semanas falando que vai arrumar a torneira da cozinha... 6 meses o suporte do banheiro está ainda praticamente embaixo da privada, 6 meses a torneira do chuveiro pinga água gelada, 5 meses o antigo canteirinho está lá ajudando a segurar a sujeira, praticamente 7 meses implorando por sua “ajuda” (combinamos obrigações repartindo os afazeres, mas de nada adiantou... vc faz uma ou duas vezes por semana, e o resto?) Fora os problemas financeiros! Que no pé que estamos, seria mínimo... pois a falta de carinho, dedicação, amor, sinceridade e fidelidade é o que mais me sufoca neste relacionamento.
Em 6 meses de casamento, me sinto como se estivéssemos a 20 anos casados. Na real, nosso casamento durou 3 meses, né? Já desgastou, em vez de vivermos em LUA DE MEL... Cansei, cansei de falar, cansei de pedir, cansei de tentar salvar uma coisa que não depende SÓ de mim. Não foi por falta de falar, não foi por falta de aviso e nem mesmo pq não tentei!

domingo, 21 de dezembro de 2008

Qual o sentido da vida?

Houve um tempo em que acreditava na possibilidade de estar com meu amor verdadeiro, lado-a-lado, dia-a-dia curtindo cada segundo como sendo o último. Mas não percebi que não era exatamente isso o que ele queria.
Me usou, me jogou no lixo.

Hoje estou me refazendo, aos poucos, gradativamente. Sofro muito ainda, confesso, pq em minha cabeça e em meu coração, ele foi e sempre será o homem que mais amei na vida.

Estou completamente sozinha, não como um estado físico, mas psiquico também.
A profundeza de meu estado espiritual não tem palavras que o descreva.

Sinto muito se decepciono estando nesta situação.

bjs

segunda-feira, 11 de agosto de 2008

Nosso propósito...

Olá...

Ha quanto tempo não entro no meu perfil... já estava com saudades! Precisava entrar mais, utilizar mais...

Nos últimos meses, desde que me casei, passei por algumas provações e testes, onde percebi que na minha vida, sempre fui muito dependente apesar de ter total independência.
Isso mesmo, dependente de amor, companheirismo, de alguém pra cuidar e me completar...
Quem sempre julguei amar e que estaria pronto depois de tanto tempo distante, a compartilhar cada momento como NOSSO, me traiu mais uma vez, depois de ter me implorado pra colocar uma pedra no passado amargo que me causou pra sermos felizes juntos dando-lhe mais uma chance, mais uma vez traiu...
Por vezes me questiono: "Quantas vezes mais terei de passar por isso pra aprender?" "Isso faz parte do meu Karma?" ou "Será que todos os homens me causarão tanto sofrimento como já tenho vivido?"
Quero pensar que não. Que ainda existem homens íntegros e respeitosos que poderá me amar completamente como sendo a única mulher na face da terra que poderá completá-lo. Quero acreditar que este "homem perfeito" existe e me fará muito feliz!

Espero superar toda esta dor o mais rápido possível!

terça-feira, 3 de junho de 2008

Vida Conjugal

Olá...
Há quanto tempo, heim!
Pois é, desde o último post colocado aqui, aconteceu muitas coisas...
A primeira, é que conheci muitas pessoas maravilhosas, pessoas que me ensinaram, enriqueceram-me com sua sabedoria e histórias, com seus exemplos de dignidade, moral, comprometimento, simplicidade, paixão pela vida e principalmente pelo caráter! Pessoas que jamais esquecerei, mas que infelizmente "passaram" por mim.
A segunda é que, apesar e ter amado demais um homem sincero, lindo, inteligente, carinhoso, atencioso, este homem (por algum motivo) não me completava e ainda assim me sentia como que... "vazia" (se assim pudesse dizer, mas essa jamais seria a palavra correta que se encaixe no contexto em geral).
Foi quando tomei a iniciativa, depois de dois anos longe, depois de dois anos de ódio, raiva, angústia reprimida, de procurar quem tanto me fez mal, pra poder perdoar, entender e depois de escutar o que pode ter a me dizer, me libertar das correntes do passado e enfim, seguir meu caminho tranquila, com a consciência tranquila de que fiz tudo o que podia ter sido feito.
Nos sentamos, no "nosso" bar, cumprimentou-me com um beijo na bochecha, como velhos amigos, e... meio sem jeito, pediu ao garçon uma jarra de vinho, para começar a falar, desabafar, dizer tudo o que estava entalado e que precisava colocar pra fora! Eu permaneci da mesma forma que cheguei... calada! poucas palavras saiam de mim! Somente para suas perguntas ouvia-se a minha voz.
Não derramei uma gota de lágrima, estava fria, calculista, totalmente inerte a qualquer sentimento.
Porém a noite terminou em um motel, num quarto maravilhoso onde me disse: vc vale mais do que tudo o que estou fazendo agora! Gasto o que for necessário e preciso pra te ver feliz e ao meu lado.
Eu apenas disse: só se for pra casar!
E... 5 meses depois estava deparada de frente a ele e ao padre Alessandro benzendo nossas alianças.
Hoje posso dizer que fiz a escolha certa. Não vou dizer que esta sendo fácil, mesmo porque eu não tinha que dar satisfações há ninguém, era livre, completamente livre, porém é um crescimento cotínuo, uma evolução mútua, com divisão de tarefas, de carinhos, de cômodos, de afeições, de pratos e copos... Ao mesmo tempo que nos divertimos com tudo isso, ficamos apavorados pelo fato de surgir um ou outro arranca rabo e mesmo assim ter de dormir na mesma cama!

As vezes vem a pergunta: Será que fiz a escolha certa? Principalmente quando me falta carinho e atenção. Quando me falta o companheirismo, a cumpicidade e o cuidado. Não nego!
Mas fiz minha escolha! Preciso vivenciar isso! Era um pacto que haviamos feito e que o destino se pôs a cumprir.
Creio que nos amamos sim, só precisamos aprender a aceitar isso!

bjs